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31 de maio de 2010

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Cuidado com o leite diabolat


Há algum tempo, o Brasil foi atingido pela crise do leite. Marcas famosas, como a Par... Ops! Bem, não vem ao caso citar as empresas que foram acusadas de pôr no mercado leite falsificado, que continham soda cáustica, água sanitária, etc. Pobres das nossas crianças e dos cidadãos da melhor idade, os que mais precisam consumir um leite puro!
Mas, você sabia que o Diabo tem empresas de leite falsificado? É claro que ele também produz e distribui leite falso (que é diferente do falsificado), para atender às pessoas ligadas a seitas e religiões falsas. Mas, para os evangélicos, ele fornece um leite aparentemente saudável, porém cheio de contaminação, como rebeldia à ortodoxia bíblica, questionamentos à inerrância da Palavra de Deus e outros ingredientes destruidores da fé.
Em 1 Pedro 2.2 está escrito: “desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que, por ele, vades crescendo”. Mas os teólogos “emergentes” — consumidores e distribuidores de leite adulterado — se dizem seguidores da Palavra de Deus, porém afirmam que a teologia cristã deve ser flexível, e a Bíblia relida, reexaminada, a fim de que o seu conteúdo se amolde e atenda aos anseios das pessoas de hoje...
Esses teólogos liberais — que, sem dúvidas, seguem ao grande teólogo Lúcifer, também conhecido como Diabo — veem na contextualização uma ótima oportunidade para incutir na consciência dos evangélicos os seus princípios destruidores. Oh, Senhor, proteja-nos desses “ministros da justiça”, discípulos do “Anjo de luz” (2 Co 11.13-15).
Não é somente nos púlpitos que as doutrinas falsificadas têm sido propagadas. Elas também têm vindo de onde nunca deveriam advir: de alguns institutos teológicos, dos quais deveria emanar somente a verdade. Os seminários estão para a igreja assim como os mangues estão para o mar. E, se o problema está no nascedouro, como serão esses “peixes”? Não nos esqueçamos do que diz a Palavra de Deus: “Se alguém ensina alguma outra doutrina e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras...” (1 Tm 6.3,4).
No texto acima chama-me a atenção a expressão “outra doutrina”, que denota outra doutrina mesmo, dessemelhante (gr. heteron), diferente da verdadeira. Quando Jesus falou do “outro Consolador”, em João 14.16, o termo diz respeito a “outro” (gr. allon) do mesmo nível, semelhante. O termo heteron também ocorre em Gálatas 1.6, onde o apóstolo Paulo, inspirado por Deus, se refere a “outro evangelho”.
O Ministério do Espírito adverte: “Leite falsificado faz mal à saúde espiritual e impede o crente de crescer, tornando-o um contextualizador”. Por isso, precisamos atentar para textos como Atos 20.30 e 2 Pedro 2.1. Igrejas, seminários, editoras, pastores, teólogos, escritores “evangélicos”, surgidos “entre nós mesmos”, introduzem sorrateiramente heresias de perdição na igreja evangélica.
Infelizmente, há um evangelho “emergente”, em nossos dias, o qual tem sido a “salvação” dos cristãos sem igreja, desiludidos, generalistas, insatisfeitos com as denominações e revoltados contra o que chamam de legalismo. Eles consomem tudo o que existe no mundo; a palavra de ordem é “tolerância”. Para eles não há restrições na utilização de métodos para evangelizar. Valem-se de apresentação de lutas de jiu-jitsu dentro dos templos, performances de street-dance, gospel-funk, shows idênticos aos do mundo, bem como desfilam em blocos e escolas de samba para supostamente anunciar o evangelho no meio da folia...
Na verdade, o que querem os “emergentes” é liberdade para pecar sem peso de consciência, haja vista terem experimentado apenas um superficial novo nascimento (se é que isso é possível). Se experimentaram uma verdadeira regeneração, foi por pouco tempo, pois o coração humano pode ser um terreno pedregoso, espinhoso, que não retém a Palavra da verdade por muito tempo (Mt 13.1-23).
Julgando-se superiores aos “legalistas”, esses “emergentes” — que são sim uma espécie de desviados (cf. 2 Pe 2.21) — vivem à margem do cristianismo organizado. Eles querem ter liberdade para fazer a sua própria teologia, livres de todo tipo de “legalismo” e “ortodoxia inflexível”. O problema é que eles estão imergindo, sofrendo naufrágio na fé, posto que embarcaram numa canoa furada. Que Deus nos ajude a nos mantermos no grande navio da salvação, seguindo ao verdadeiro evangelho (1 Co 15.1,2; Gl 1.8). E que esses, na verdade, “imergentes” venham à tona antes que seja tarde demais...
Não descarto a necessidade de uma contextualização saudável. Afinal, até Jesus se contextualizou! Ele se valeu de elementos do dia-a-dia para ilustrar suas pregações, falando diversas vezes por parábolas. O que é contextualizar de maneira sadia? É modificar levemente a forma de apresentação da mensagem cristã, sem alterar o seu conteúdo (1 Co 9.22; 1 Pe 1.23,24). Mas os “emergentes” abraçaram a secularização. Não nos esqueçamos de que o verdadeiro evangelho não é nada simpático ao mundo. Ele choca, contraria, gera perseguição (Mt 5.10-12); a palavra da cruz é loucura para os que perecem (1 Co 1.18).
Que consumamos apenas o puro leite racional, sem mistura, a fim de crescermos na graça e no conhecimento do Senhor Jesus, bem como sermos astros neste mundo tenebroso (Mt 5.13-16; Fp 2.15)!

*fonte: Blog do Ciro

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